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Fake News: a epidemia da era digital que destrói a honra de pessoas de bem

Reportagem do Profissão Repórter trouxe à tona quem faz, quem repassa e quem são as vítimas das notícias falsas

Fake News (Foto: Reprodução)

Fake News (Foto: Reprodução)

Na noite de ontem, quarta-feira, 18, o Profissão Repórter exibiu uma reportagem sobre um dos fenômenos que se tornou uma epidemia digital: a Fake News. Através do jornalismo investigativo foi possível chegar a quem faz, quem repassa e quem são as vítimas das notícias falsas que vem desafiando usuários das mídias virtuais.

Conforme mostrou a reportagem, através de um projeto desenvolvido pela escola de jornalismo Énois, jovens estudantes vêm apurando as principais notícias falsas que envolvem temas e fatos de repercussão nacional.

Bruna Silva, uma das últimas vítimas de fake news é mãe de Marcus Vinícius, um garoto de 14 anos, morto a tiros em um dia de operação policial na favela da Maré, localizada no Rio de Janeiro. Ele foi atingido por policiais quando ia para a escola.

De acordo com as informações colhidas, notícias falsas na internet associam o nome de Marcus Vinicius ao tráfico de drogas e divulgam montagens com a imagem de um outro menino segurando uma arma.

Fake News em Rondônia

A advogada Jaqueline Cassol, que já foi vítima de notícias falsas num passado recente, fez um alerta sobre esse tipo de informação neste site de notícias. Leia aqui Durante entrevistas em veículos de comunicação do Estado ela tem alertado a população rondoniense para ter o cuidado na hora de compartilhar qualquer publicação polêmica, a fim de não cometerem injustiças a famílias vítimas e pessoas de bem.

“Um dos casos abordados na reportagem, é semelhante a situações que acontecem muito próximo de nós. Foi possível sentir a dor da mãe do garoto que luta por justiça e ainda precisa se preocupar em resgatar a honra do filho em virtude da maldade humana. Qualquer pessoa pode se tornar vítima como a mãe do Marcus Vinicius. Por isso, precisamos estar atentos, filtrar as informações fazer uma busca no Google sobre a reputação do veículo, ver a data de publicação se é mesmo recente e usar o bom senso”, disse Jaqueline Cassol.

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